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14 outubro 2011

Gypset Style!

Meninas, estou super feliz! Há um mês estou esperando chegar o livro "Gypset Style" (ainda sem tradução no Brasil) que comprei no Amazon.com e que devido a greve dos correios não chegava nunca!
Mas ontem à tarde, ele veio...UFA!!!

Olha ele aí... #facera
 O livro escrito pela jornalista Julia Chaplin fala sobre o estilo Gypset de ser, termo que vem da mistura das palavras gypsy (cigano, em inglês) e jet set (usado pra descrever um grupo de ricos e famosos da década de 60, que viajava o mundo pra curtir e gastar). 
A autora do livro descreve estes "novos nômades" como um grupo de pessoas sofisticadas e desprendidas, geralmente com alto poder aquisitivo,  que transitam muito bem pelas rodas mais ricas quanto pelos lugares mais simples, e assim, escolhem uma forma alternativa pra viver. Geralmente são artistas, escritores, designers, fotógrafos e músicos que procuram se estabelecer longes dos grandes centros e do glamour, e preferem levar a vida em lugares paradisíacos e hypados de forma mais simples. Alternam temporadas em refúgios maravilhosos com viagens pelo mundo e fazem do trabalho uma diversão. #sonhomeu
Para eles o luxo é poder viver assim, em lugares maravilhosos, perto da família e de  forma bem tranquila, com os pés no chão.


Imagens do livro:
Elle França de 1970. Designers capturavam o novo estilo bohemian misturando referencias tribais com a atitude jet stream!
Inspirações ciganas e folclóricas.

Twiggy em 1967.
Talitha e J. P. Getty vestindo seus caftans no terraço do Palais de la Zahia no Marrocos, foto histórica da Vogue em 1970. Precursores com certeza do Gypsy Style.

Brigitte Bardot que entre os anos 60 e 70 já frequentava Buzios e St. Tropez antes de serem praias super conhecidas. Aqui vestindo roupas com pegada étnica.
Quarto de convidados que a designer de jóias Carolyn Roumeguere, possui em sua casa na árvore no Lamu Island, Kenya.

O espírito de liberdade dos gypsetters, acredita a autora, deve algo aos beatniks, aos mochileiros, aos hippies e até às raves dos anos 90, que fizeram ressurgir o desejo da “viagem” — em vários sentidos — depois da caretice yuppie. Mas deve, principalmente, aos ciganos, com seu gosto pela vida nômade.
“Eles são os primeiros freelancers da história.” Aos jet setters, essa nova tribo deve sua maneira sofisticada de explorar o mundo. O termo, criado nos anos 60, designava os bacanas que viviam pulando entre destinos então cotados (Jamaica, Sardenha, St. Tropez), como se a vida fosse “um interminável coquetel pelo mundo”. Hoje, as diferenças são enormes, diz Julia. “Os jet setters viraram um grupo convencional, que segue modas. Os gypsetters acham os luxos que podem ser comprados pouco interessantes.” (trecho retirado da revista Marie Claire de abril -Ludmila Vilar e Tetê Marinho)

Veja quem mais faz parte dessa tribo:

As irmãs  Nathalie e Sophie Mignot, designers de jóias requisitadas elegeram Sayulita, praia paradisíaca no México pra viver. (foto perfeita né)

As irmãs e seu clã. Elas vestem o que chamam de uma interpretação do tradicional vestido de casamento mexicano. (Queria um desses jáaa pra um sunset na praia) Amoooo isso!

Jade Jagger,  filha do Rolling Stone Mick , escolheu Ibiza pra viver com seus filhos e o bofe. (Quero tudo que ela veste, até a rede hahaha, to passada!)

Sua casa é na parte mais afastada e tranquila da ilha, e não perto dos badalados super clubes.

Nicolas Malleville e Francesca Bonato. O modelo e sua namorada italiana vivem em Valladolid, uma pacata e colonial cidadezinha na penínsola de Yucatán  no México. Ele transformou um terreno que comprou em uma visita ao local em uma guest-house, uma perfumaria e um spa chamados Coqui Coqui. Foi o jeito bem gypsy que encontrou pra se manter ali.
Devendra Banhart, músico. Nos anos 70 seus pais estavam entre os 6 milhões de seguidores do guru-mirim indiano Prem Rawat, que lhe batizou em 1981 e lhe deu esse nome, Devendra, Deus hindu da chuva e do trovão, ou seja, vem de família...




 Carolyn Roumeguere, designer de jóias que se inspira em diversas culturas e faz peças com pegadas étnicas magníficas.



































E a também estilista Alice Temperley, que costuma promover altas festas em sua fazenda. Lá ela recebe centenas de convidados entre tendas beduínas e tapetes indianos.

É isso ai gente, isso é só um pouquinho do universo gypsy que quis mostrar pra vocês, muitas outras personalidades como Damien Hirst e a esposa Maia Norman, Sean Gullette, Consuelo Castiglioni, diretora criativa da Marni, Andrea Zittel, Allan Faena, Ashley Bickerton a família Mulanovich são citados no livro. Muita, muita influência dos anos 60 e 70 e inspiração pra vida viu! 
Quando terminar o livro conto mais coisinhas procês (vai demorar porque é inglês tá, hehe), mas sinto que esse livro vai render vários posts e muitas idéias!
Aguardem!!!

beijokasssssssssss floresssssssss

Imagens: Gypset Style, google images.
Comentários
5 Comentários

5 comentários:

  1. Menega tem cara de cigano...barbudo, cabeludo..... kkkkkkkk

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  2. Que bacana esse livro Lu! Eu particularmente, como referencia de moda, adoro esse estilo e uso... acho que deixa a muher charmosa, descolada e cheia de estilo!!! Obrigada pelos elogios no face da Aklo!!! Bjuuu e Deus te abençoe!

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  3. Isto sim é um LUXO ou melhor ainda CHIC....
    Beijos e bom fim de semana ;))

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  4. OI AMORE ADOREI O POST. ENTÃO MEU CEL MUDOU, ROUBARAM O MEU BLACK BERRY.
    ANOTA AI... 96149311. bJX

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  5. Nossa demais esse post Lú!!! super também quero um vestido daquele!! heheh beijos

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